O Rei do Mate quer entre 25 e 30 inaugurações até dezembro, comprometendo praças mais rapidamente.
O Rei do Mate fechou o primeiro semestre de 2026 com 14 contratos assinados e 9 unidades abertas, e mantém a meta de inaugurar entre 25 e 30 lojas até dezembro1. Para quem avalia entrar na rede, cada contrato assinado é um território comprometido. A inauguração desta semana no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, é a imagem mais recente desse ritmo, e também o aviso de que a rede está ocupando pontos estratégicos em velocidade crescente.
Para quem está avaliando uma praça, o ritmo importa tanto quanto o investimento inicial. Cada contrato assinado é um território comprometido. Com meta de cerca de 30 novos acordos no ano e projeção de faturamento entre R$ 450 milhões e R$ 460 milhões em 2026, o sinal é de aceleração, não de espera.
A escolha de Guarulhos não é casual. Antonio Carlos Nasraui, CEO do Rei do Mate, afirmou que estar num aeroporto como o de Guarulhos reforça a presença da marca "em locais onde conveniência, agilidade e qualidade são fundamentais". A estratégia declarada para o restante de 2026 é continuar expandindo em pontos de grande circulação, com novos formatos de operação.
O pano de fundo financeiro sustenta o movimento. A rede encerrou 2025 com R$ 410 milhões de faturamento, alta de 16,14% sobre o ano anterior, impulsionada, segundo a própria rede, por ganhos de eficiência e pelo fortalecimento da base de franqueados. O portfólio também cresceu: bebidas proteicas com whey protein e colágeno, linha de café da manhã com omeletes e ovos, matcha em versões quente e gelada, e ampliação das categorias de sanduíches e pão de queijo. Nas bebidas quentes, a rede afirma vender mais de 500 mil xícaras de café e 500 mil de cappuccino por mês.
O portfólio mais largo pode ampliar o ticket médio por unidade. Mas o candidato ainda precisa ir além do que a notícia entrega.
O candidato precisa exigir da rede o investimento inicial, o valor da taxa de franquia, os royalties e o prazo contratual antes de qualquer decisão. Perguntas objetivas para levar à rede: quais praças ainda estão disponíveis na sua região, qual o investimento total estimado por formato (aeroporto versus shopping versus rua) e como o desempenho varia entre esses pontos. Com 14 territórios já comprometidos só no primeiro semestre, a janela para escolher a melhor praça fica mais estreita a cada contrato assinado.