A rede aumentou a participação de vendas franqueadas e projeta 100 lojas novas em 2026, quase todas via terceiros.
A Krispy Kreme saiu de 25% para 42% de vendas originadas em unidades franqueadas em um único ciclo de resultados, e fixou a meta de abrir pelo menos 100 lojas em 2026, quase todas via franquia1. Para quem avalia entrar na rede, o dado não é apenas sobre crescimento: é sobre velocidade. O mapa de territórios está sendo preenchido neste ritmo agora.
O motor dessa aceleração é a refranquia: a companhia vem transferindo operações próprias para franqueados em mercados internacionais e nos Estados Unidos. Em 2026, a meta é concluir de duas a três dessas operações. A do Japão já foi finalizada. A do oeste americano também: a Krispy Kreme concluiu a refranquia da joint venture local com o WKS Restaurant Group. Restam as demais dentro do prazo do ano fiscal.
Território e investimento inicial são as duas variáveis que a notícia não detalha. A Krispy Kreme não divulgou, neste relatório, quais praças internacionais ainda estão abertas para novos parceiros, e é essa pergunta que o candidato precisa fazer diretamente à rede.
A companhia declarou que manterá o foco na identificação de parceiros nos mercados internacionais e nos EUA. O objetivo é sustentar o crescimento de longo prazo, o que indica que o pipeline de refranquia ainda não se esgotou. Esse movimento, somado à meta de 100 lojas em 2026, posiciona a rede numa fase de expansão ativa via terceiros, não de consolidação.
O próximo marcador declarado é 2027: a Krispy Kreme projeta atingir aproximadamente 50% das vendas totais geradas por franqueados a partir desse ano fiscal. Para o ano corrente, a companhia mantém a projeção de receita líquida entre US$ 1,25 bilhão e US$ 1,35 bilhão. Chegar à meta de 50% exige que a rede mantenha o ritmo de conversão atual, e que encontre os parceiros certos para isso.