Maior rede de locação de equipamentos da América Latina abre operações além do Brasil com Bruno Arena, filho do fundador, à frente da expansão internacional.
De mais de 270 para mais de 760 operações sob uma única gestão de expansão nacional, e agora com unidades abertas no Paraguai, Uruguai e Argentina, além do Chile no radar, a Casa do Construtor avança para além das fronteiras brasileiras1. Entender o ritmo e o modelo dessa internacionalização é o ponto de partida para qualquer candidato a franqueado que avalia redes com ambição global.
A rede foi fundada em Rio Claro, interior de São Paulo, por Expedito Eloel Arena e Altino Cristofoletti Junior1. O desafio original era convencer o mercado brasileiro de que alugar equipamentos para a construção civil fazia mais sentido do que possuí-los, aposta que levou mais de três décadas para se transformar na maior rede de locação de equipamentos da América Latina, com mais de 800 operações1.
A condução da expansão internacional ficou a cargo de Bruno Arena, filho do fundador Expedito e atual vice-presidente Internacional da Casa do Construtor1. Antes de assumir essa frente, ele passou pela operação como consultor de campo e depois dirigiu a Diretoria de Expansão Nacional, período em que a rede saltou de pouco mais de 270 para mais de 760 operações1. Essa trajetória importa para o candidato a franqueado: lideranças de expansão que conhecem a operação da ponta tendem a produzir suporte mais aderente à realidade do franqueado no cotidiano.
A entrada em cada novo mercado exigiu adaptações que vão além da tradução de materiais (legislações locais, modelos tributários, hábitos de consumo e formas distintas de empreender)1. Para quem avalia uma unidade fora do Brasil, isso pode significar camadas extras de complexidade no suporte, e vale perguntar diretamente à rede como esse apoio é estruturado em cada país.
A franqueadora afirma que proximidade com os franqueados, qualidade da operação, investimento em treinamento e crescimento sustentável continuam sendo pilares da internacionalização1. Bruno Arena declarou que 'a importância da palavra, o respeito às pessoas, a construção de relações duradouras e a visão de longo prazo seguem orientando as decisões tomadas fora do Brasil'1. Declarações culturais como essa não substituem os números que o candidato precisa analisar: investimento inicial por país, royalties, prazo de contrato, exclusividade territorial e histórico financeiro das unidades internacionais já abertas.
Uma rede que atravessou três décadas transformando desconfiança em liderança regional tem um argumento histórico relevante. O que o candidato ainda não sabe, e precisa perguntar, é se o modelo que funcionou no Brasil replica a mesma equação de retorno nos mercados onde a internacionalização ainda está em estágio inicial.